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Uma nova etapa do projeto de interligação do Anel Hidráulico de Itabira prevê a implantação de aproximadamente 1,4 quilômetro de rede no bairro Amazonas. A intervenção faz parte de uma obra destinada a melhorar a integração entre diferentes sistemas responsáveis pelo abastecimento de água do município.

Antes do início dos trabalhos, representantes do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), da Sociedade Ambiental Vivo Itabira (Savi) e das secretarias municipais de Obras e Governo participaram de uma reunião para definir aspectos operacionais da nova fase.

Obra passa pelas avenidas Rio Doce e Brasil

A nova etapa começou pela avenida Rio Doce, antes da rotatória no sentido do bairro Hamilton, seguindo em direção à região do Colégio Tiradentes.

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O planejamento apresentado pelo SAAE previa aproximadamente 1.400 metros de nova rede e duração estimada de cinco meses para essa fase.

Antes das intervenções principais, equipes realizaram trabalhos como marcações na pista e comunicação com moradores e comerciantes da região.

Trânsito está entre os impactos temporários da intervenção

Por ser executada em uma região de circulação de veículos, a implantação da tubulação exige intervenções no sistema viário durante diferentes etapas.

O SAAE informou que a execução seria organizada para reduzir os impactos, mas alertou que alterações temporárias no trânsito poderiam ocorrer durante o avanço dos trabalhos.

A região das avenidas Rio Doce e Brasil está entre os pontos que exigem maior atenção operacional justamente pelo fluxo existente no bairro Amazonas.

O que é o projeto de interligação do Anel Hidráulico

O objetivo da obra vai além da implantação de uma tubulação em um único bairro. O projeto busca criar conexões entre diferentes estruturas do sistema de abastecimento de Itabira.

Atualmente, o município utiliza diferentes sistemas de captação, tratamento, reservação e distribuição. A interligação cria condições para uma circulação mais integrada da água entre essas estruturas.

Com isso, a proposta é ampliar a capacidade operacional do sistema e permitir maior flexibilidade na distribuição quando determinada estrutura apresentar limitações.

Projeto prevê quilômetros de novas redes

O projeto apresentado pelo Ministério Público de Minas Gerais prevê a construção de aproximadamente sete quilômetros de novas redes para promover a interligação hidráulica no município.

A iniciativa está relacionada à estratégia de abastecimento que inclui a captação do Rio Tanque e sua integração ao sistema de distribuição de Itabira.

O planejamento contempla conexões capazes de levar água entre reservatórios e diferentes sistemas utilizados no município.

Por que a interligação é importante para Itabira

Um dos problemas identificados no planejamento do projeto é a dificuldade de intercâmbio entre sistemas quando uma determinada estrutura apresenta falha ou redução da capacidade.

A interligação busca justamente permitir maior transferência de água dentro da rede, oferecendo alternativas operacionais para o abastecimento.

O projeto, portanto, deve ser entendido como uma obra de infraestrutura hídrica de alcance municipal, mesmo quando as intervenções são realizadas temporariamente em bairros específicos.

Obra avançou após o início da etapa no Amazonas

Em atualização divulgada no fim de maio, o SAAE informou que as obras continuavam dentro do cronograma estabelecido.

Naquele momento, aproximadamente 35% da implantação prevista nas avenidas Rio Doce e Brasil já havia sido executada.

Segundo a autarquia, alguns dos trechos considerados mais complexos já tinham sido superados, incluindo áreas de maior circulação e a passagem sobre o viaduto da rede ferroviária.

Trecho entre estações de tratamento também recebeu obras

O avanço do Anel Hidráulico ocorre simultaneamente em outras partes do sistema.

Na mesma atualização, o SAAE informou que a implantação da rede entre as Estações de Tratamento de Água Pureza e Rio de Peixe havia alcançado 16% de execução.

As diferentes frentes fazem parte da estratégia de interligação necessária para que o sistema funcione de maneira integrada após a conclusão das obras.

As informações sobre o andamento e eventuais alterações no trânsito devem ser acompanhadas pelos canais oficiais do SAAE e do município durante a execução das intervenções.